Poemas não prestam

Meu ultimo poema foi uma droga. Nada mais justo, principalmente pra alguém que não sabe escrever poemas. Não sou poeta. Sou algo entre a fuga de uma certeza e a incerteza de uma fuga. Você deve ser algo como a dúvida de conhecer melhor a pessoa que menos conhece. Confuso? Eu também. Não pense que quis dizer algo com isso, mas aproveite a oportunidade pra pensar um pouco, quem sabe não chegue a alguma conclusão interessante?

Enquanto pensa, eu vou errar um pouco…

Abraços e até a próxima!
Luciano Ribeiro

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1 Responses to “Poemas não prestam”


  • sobre isso de dizer que poemas não prestam e que não é poeta… certa vez arrisquei uns versos bestas:

    a poesia é uma maldição

    nos põe luvas brancas nas mãos
    sujas por dentro
    e indiferentes

    a poesia é uma maldição

    só vale o lodo do poema
    necessário
    e inútil

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